O Mandaloriano e Grogu estreou com a pior abertura da história de Star Wars nos cinemas. Foram US$ 167 milhões no primeiro fim de semana. O recorde negativo anterior era de Han Solo, com US$ 168 milhões.
Mais do que números em si, isso faz aquelas fotos do George Lucas sorrindo ao lado do Mickey durante a venda da Lucasfilm parecerem um pouco mais melancólicas.
Na edição de hoje do Judão, escrevi sobre o novo filme da Disney – mas o texto acabou virando menos uma crítica e mais uma análise sobre o momento estranho de uma franquia que já foi capaz de parar o planeta e que hoje parece presa entre nostalgia, streaming, investidores, TikTok e um estúdio que não sabe exatamente o que quer fazer dela nos cinemas.
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Ok, o novo filme diverte, funciona como aventura e até arranca alguns suspiros com a fofurice do Baby Yoda. Só que o problema parece muito maior do que o enorme carisma do personagem.
Também escrevi sobre Primeiro as Damas, nova comédia da Netflix com Sacha Baron Cohen baseada em um filme francês de 2018. Ao inverter os gêneros para discutir machismo, o longa acaba esbarrando em alguns incômodos – daqueles que não são bons.
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