Na grande festa do futebol, que começa quinta-feira, a melhor posição que se pode ter não é vender antenas. É disputar o posto de página inicial de milhões de brasileiros e responder à pergunta: onde assistir Copa do Mundo 2026?
Estive hoje em um evento da Roku, em São Paulo, no qual a empresa apresentou uma nova área de futebol internacional que chega justamente às vésperas do torneio da FIFA.
Dentro dela estarão os 104 jogos da Copa, com horários, placar ao vivo e, principalmente, a informação que muita gente vai procurar nas próximas semanas, que é justamente onde assistir. Com o link junto.
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Também é possível favoritar seleções, receber notificações antes dos jogos e encontrar estatísticas, melhores momentos e outros conteúdos relacionados.
“Os direitos esportivos estão cada vez mais fragmentados. O consumidor não sabe mais onde cada jogo está passando”, apontou Adriana Naves, diretora de Distribuição de Conteúdo na América Latina.
Onde assistir Copa do Mundo 2026?
No streaming, a Copa de 2026 poderá ser assistida no Globoplay (com os sinais da Globo e do ge TV), +SBT (e a tradição de Galvão Bueno), YouTube, Amazon Prime Video e Disney+ (essas três últimas por meio da CazéTV, a única com 100% das partidas).
Na Roku, você abre a nova área de futebol internacional, escolhe a partida que quer ver e descobre imediatamente onde ela está. A partir dali, pode entrar direto na transmissão disponível no serviço que já usa — ou fazer a assinatura em poucos cliques, se for o caso.
A funcionalidade já está disponível e ganhará destaque na interface a partir de quinta-feira. Em meus testes até o momento, porém, ainda não encontrei as transmissões pelo Disney+.
A novidade dentro da novidade é que, agora, a Roku conseguiu agregar essas partidas do YouTube. Até recentemente, isso não ocorria na aba de Esportes. Apurei junto aos executivos que isso foi possível graças à Gracenote, empresa especializada em metadados e descoberta de conteúdo.
Pode parecer um detalhe técnico, mas é um grande passo.
Uma parte importante da distribuição digital desta Copa passa justamente pela CazéTV. Conseguir incluir o YouTube ao lado de plataformas de streaming por assinatura (SVOD) torna a experiência muito mais completa — e mais agradável ao bolso.
Quanto mais os direitos se espalham entre diferentes plataformas, mais valioso se torna quem organiza tudo em um único lugar.

Nesse sentido, a Roku se colocou em uma ótima posição: ao fornecer o dispositivo e o sistema operacional (ou ser parceira de fabricantes de TV), ela se torna justamente a primeira tela que o usuário vê antes de acessar qualquer outro app.
Quando essa interface deixa de ser um passo e se transforma em uma vitrine, a vida do usuário fica bem mais fácil. É bom para os streamings, que ganham mais descoberta, e é bom para a própria Roku, que aumenta engajamento, watchtime e oportunidades de monetização.
O evento teve outras novidades. Os canais FAST gratuitos da plataforma dobraram de tamanho em pouco mais de um ano, para 60 opções. A companhia também revelou ter mais de dez acordos de mídia programática ativos no Brasil.
Mas a demonstração mais interessante do dia foi justamente o futebol. Até porque o mundo gira como uma bola.
