A Pixar acaba de faturar quase US$ 1 bilhão nos cinemas com um dos maiores sucessos do ano. Mesmo assim, foi a divisão mais afetada pela nova rodada de demissões anunciada nesta semana pela Disney.
O contraste ajuda a explicar um problema que vem se formando há anos.
Por trás desses cortes existem duas transformações acontecendo ao mesmo tempo. Uma é tecnológica, impulsionada pelo avanço da IA. A outra é criativa — e aparece na dificuldade crescente do estúdio em transformar ideias originais em novas franquias e propriedades intelectuais capazes de sustentar o negócio no longo prazo.
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Quando olhamos para isso, as demissões revelam um desafio muito maior para um dos estúdios mais importantes da história do cinema contemporâneo.
Na minha coluna no UOL, a Na Sua Tela, conto como “Toy Story 5” e “Elio” ajudam a contar essa história. E por que o maior problema da Pixar talvez não seja nenhum dos que aparecem nas manchetes.
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