Um cachorro “vira-lata caramelo” brasileiro protagonizou um dos filmes mais assistidos do mundo na Netflix em 2025.
“Caramelo” somou quase 53 milhões de visualizações no segundo semestre do ano passado e entrou no top 15 global da plataforma — um bom ponto de partida para entender o momento atual do audiovisual brasileiro.
Na coluna Na Sua Tela desta semana, no UOL, uso o caso de “Caramelo” para discutir como o cinema brasileiro voltou a circular internacionalmente, agora também para além de festivais, premiações e do Oscar. O texto passa por soft power, por que histórias profundamente locais viajam bem e pelo papel das plataformas globais nesse processo.
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Para isso, conversei com Iafa Britz, produtora de “Caramelo” e de sucessos como “Minha Mãe é Uma Peça”, que lança nesta semana “(Des)controle”.
Ela fala sobre a diferença entre cinema e streaming, sobre o “sarrafo” que subiu na produção, sobre a mudança no comportamento do público — e por que emoção e relevância voltaram a pesar mais do que entretenimento puro.
