Quando a NBA deixa de ser apenas esporte e passa a operar como uma empresa de mídia

A NBA entendeu que o esporte é só o começo: para crescer, é preciso também operar como uma empresa de mídia, com foco no conteúdo de entretenimento.

Por isso, a liga vem investindo cada vez mais em formatos digitais, do long-form ao short-form. É nessa lógica que nasce o “Na Estrada”, série que percorre cidades, bastidores e franquias e transforma o basquete em narrativa, cultura e experiência — falando tanto com quem já é fã quanto com quem ainda está se aproximando da NBA.

Na minha coluna desta semana no UOL, analiso como essa estratégia se conecta a outros movimentos da liga no Brasil — que incluem eventos como a NBA House e a estreia na CCXP, em dezembro — e por que tudo isso aproxima a NBA de operar, na prática, como uma produtora de mídia, com o basquete como ponto de partida.

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Como resultado dessas estratégias, o canal de YouTube NBA Brasil já é o terceiro maior da liga no mundo, com quase 1,5 milhão de inscritos — atrás apenas do canal oficial da organização e o do Golden State Warriors.

Tudo para atingir um universo que, segundo a própria NBA, chega a cerca de 100 milhões de brasileiros com algum interesse no esporte.

Para entender essa lógica, entrevistei Gustavo Penna, diretor de conteúdo da liga para a América Latina, sobre o desafio de transformar afinidade em engajamento e a construção de um funil que leva do curioso ao fã hardcore em um mundo em que atenção virou um ativo cada vez mais escasso.

É uma história sobre basquete, mas também sobre mídia, formatos, cultura e estratégia que eu conto em Na Sua Tela.

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