Ontem (24) foi dia de comemorar e agradecer. Aqui em São Paulo, o Prêmio iBest anunciou os vencedores da edição 2025 — e estive presente como um dos eleitos para o Top 20 de Influenciadores do LinkedIn.
Para mim, estar nesse grupo já é uma conquista enorme. Afinal, é uma votação popular. Ou seja: não é apenas sobre o que você fala, mas sobre quantas pessoas escolhem, ativamente, ouvir você no meio de um feed cada vez mais disputado.
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Muito obrigado a todo mundo que votou para que eu estivesse no Top 20 — e, principalmente, a quem puxou voto, compartilhou e levou isso para fora da bolha. Muitos eu nem conheço pessoalmente. Isso diz bastante sobre o tipo de conexão que está sendo construída aqui.
E aí entra um ponto que, pra mim, pesa: todo o conteúdo que publico parte de uma estrutura enxuta, diferente de muitos dos outros nomes ali, que contam com equipes por trás.
Mas isso não significa ausência de estratégia, pelo contrário. É justamente onde entram leitura constante, visão estratégica, entendimento da plataforma, timing, olhar jornalístico e execução. Tudo isso aplicado, de forma consistente, no dia a dia. Comunicação também é sobre consistência.



Estar nesse grupo reforça meu papel enquanto estrategista de conteúdo — principalmente em um cenário em que não existe mais essa divisão clara entre online e offline. Tudo, em algum momento, vira disputa por atenção.
Fico feliz porque isso revela que temas que, em teoria, seriam de nicho — estratégia de streaming, movimentos de mercado, decisões de empresas e toda a indústria que sustenta o entretenimento — podem ganhar escala, gerar interesse e entrar na conversa de mais gente.
Mas também é sobre trabalhar com a minha paixão, que é a cultura, em seus mais diversos níveis e manifestações.
Para quem está tentando construir algo próprio — seja um projeto editorial, um produto ou uma comunidade — isso acaba sendo menos um ponto de chegada e mais um sinal de que existe alguma coisa ali que conecta. O desafio, como sempre, é entender exatamente o que é essa coisa e o que dá pra construir em cima dela daqui pra frente.
